segunda-feira, 22 de dezembro de 2025
Natal Solidário de Barueri lança projeto musical de bem-estar
segunda-feira, 15 de dezembro de 2025
O sol nasce no oriente e o que esperar para os próximos dias?
Existe uma mística sobre o Oriente que nasceu do eurocentrismo, e é por esse motivo que chamamos a Ásia de “Oriente”. Curiosamente, o caminho das Índias feito por Vasco da Gama em 1497, navegando para o Leste, e o de Fernão de Magalhães em 1520, rumo ao Oeste, reforçaram essa lógica simbólica. Como você sabe, escrevo sobre economia, e não sobre geografia; ainda assim, vale a reflexão proposta por Dante 1310: para ele, a questão não era o Oriente ou o Ocidente, mas sim a luz do Sol, símbolo da vida, do futuro e de Deus que, para os europeus, nascia a partir do Oriente. Ao final do artigo, entenderemos qual futuro aguarda esse “Oriente” que tanto influenciou nossa visão de mundo.
Quais são os dois principais fatos vindos do Extremo Oriente nesta semana? O primeiro é a tragédia nas sete das oito torres do complexo residencial Wang Fuk Court, no distrito de Tai Po (Hong Kong), onde mais de 180 pessoas não sobreviveram. O segundo é a declaração da primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, sobre a possibilidade de intervenção militar do Japão em um hipotético conflito no Estreito de Taiwan, caso isso seja necessário para garantir a sobrevivência do país como uma nação livre.
Agora vamos ligar esses fatos à economia. Na China, as oito torres tinham dois mil apartamentos; com o incêndio em sete delas, foram destruídos cerca de 1.750 apartamentos, cada um com média de 55 m². Considerando o valor do metro quadrado na região, o prejuízo estimado para os moradores é de aproximadamente USD 1,3 bilhão. E por que o fogo se alastrou tão rapidamente? De forma preliminar, os jornais apontam dois fatores: primeiro, os dispositivos anti-incêndio não funcionaram; segundo, o revestimento antichamas, exigido por lei, não existia ou era de baixa qualidade. Eu resumo esse fato como o custo da corrupção de agentes públicos.
As declarações de Takaichi deixaram claro que o Japão mudou, ou voltou, à sua natureza histórica: três guerras nos últimos 100 anos, com média de uma a cada 33 anos, ou nove guerras nos últimos 200 anos, uma a cada 22 anos. Porém, para financiar poder bélico, é necessário dinheiro, e a dívida japonesa de 234% do PIB, com um serviço da dívida que custa 2,5% a uma taxa de apenas 0,5%, poderia impedir esse movimento, se o Japão não fosse o maior credor líquido do mundo (Net International Investment Position – NIIP). As empresas e as pessoas físicas japonesas têm mais de USD 3,48 trilhões emprestados no exterior, e esse dinheiro poderia retornar ao Japão caso os juros domésticos aumentassem.
Por outro lado, na China, mais de 50 empreiteiras tiveram problemas com seus pagamentos nos últimos cinco anos. A insistência do governo chinês em manter essas empresas vivas provavelmente decorre do mesmo motivo que explica as falhas nas torres do complexo residencial Wang Fuk Court: corrupção. A bola da vez é a empresa Wanke, que deixou de honrar seus compromissos financeiros e foi socorrida por bancos estatais, mas que pode ter o mesmo destino de Evergrande, Country Garden e Sunac China, para citar apenas as mais conhecidas.
E agora fica a dúvida: o que esperar do Oriente nos próximos dias? Primeiro, paciência. É preciso compreender que isso faz parte da cultura oriental: o silêncio ou a não ação não significam “não fazer nada”, mas sim planejar para executar algo com mais precisão. Segundo, podemos recorrer aos pensamentos de Sun Tzu. Ele diz algo profundo e perigoso: “O general que vence é aquele que sabe quando avançar e quando não avançar.” Mas quando a decisão já foi tomada, quando o exército está comprometido, retroceder deixa de ser uma opção tática. Em outras palavras, China e Japão não vão retroceder.
Depois dos incêndios, surgiu um manifesto online com 10 mil assinaturas; dois dias depois, mais de 300 pessoas que assinaram foram presas, e agora o manifesto conta com apenas 2 mil assinaturas. O governo chinês não vai ouvir o povo e continuará em sua trajetória. Já o Japão, apesar de toda a dificuldade financeira, vai se rearmar e voltará a ser uma potência militar, mesmo que, para isso, tenha que provocar uma recessão internacional ao repatriar seus ativos no exterior.
Em resumo, não vai acontecer nada de extraordinário nos próximos dias, mas, quando acontecer, a repercussão não vai durar apenas alguns dias.
@profbertoncello
sábado, 8 de novembro de 2025
Sarcopenia: 5 dicas para atrasar a perda de músculos e envelhecer com mais força e resistência
A condição, que pode começar a se manifestar já a partir dos 30 ou 40 anos, está associada à diminuição progressiva dos músculos e do desempenho físico. Segundo a geriatra da MedSênior Fernanda Sperandio, “a sarcopenia é um processo que faz parte do envelhecimento, mas que pode ser atrasado com hábitos adequados, principalmente por meio da alimentação e da prática regular de exercícios”.
Ainda de acordo com a médica, a sarcopenia é um distúrbio caracterizado pela redução da massa muscular, de força e do desempenho físico, que compromete a mobilidade e a independência da pessoa idosa.
“Estudos mostram que, a partir dos 30 anos, podemos perder de 3 a 8% da massa muscular a cada década, e essa perda se acelera depois dos 60”, explica Fernanda. Entre as consequências estão dificuldade para caminhar, perda de equilíbrio, risco de quedas e fraturas, além de redução da qualidade de vida e aumento da vulnerabilidade a doenças crônicas como diabetes e osteoporose.
A sarcopenia pode atingir de 5% a 13% da população acima dos 60 anos, e esse número sobe para até 50% entre os maiores de 85 anos.
Fernanda explica que o envelhecimento natural reduz hormônios como a testosterona e o hormônio do crescimento, diminui a ingestão e a absorção de proteínas e, somado à inatividade física, cria o cenário ideal para a perda muscular. “Além disso, doenças crônicas, como insuficiência cardíaca, renal ou diabetes, e o isolamento social, que leva à má alimentação e à falta de movimento, aceleram a perda de massa magra”, alerta a geriatra.
O papel da proteína
Uma das principais estratégias para retardar a sarcopenia é garantir um bom aporte proteico. Segundo Giselli Prucoli, nutricionista da MedSênior, é fundamental incluir fontes de proteína em todas as refeições do dia.
“Não se trata apenas de comer mais carne. Há diversas fontes de proteína de origem vegetal e animal que podem compor o cardápio”, explica a nutricionista.
Giselle recomenda ainda combinações inteligentes, como misturar quinoa ao arroz, incluir ora-pro-nóbis em omeletes e feijão, ou adicionar sementes e nozes em saladas e caldos. “Essas pequenas adaptações ajudam a atingir a meta proteica diária sem tornar a dieta monótona”, diz.
Suplementos proteicos, como whey protein e creatina, podem ser úteis, especialmente para pessoas com dificuldade de mastigação ou baixa ingestão alimentar. Mas a nutricionista faz um alerta: “A suplementação deve ser feita somente com orientação médica ou nutricional, pois as doses variam conforme o indivíduo”.
Outro ponto de atenção para evitar a sarcopenia é a prática de atividade física regular. “A musculação e os exercícios de resistência são indispensáveis na prevenção da sarcopenia. Eles estimulam o músculo a se manter ativo, melhoram o equilíbrio, reduzem o risco de quedas e aumentam a autonomia do idoso.”
O ideal é que o treino seja acompanhado por um profissional e adaptado à capacidade física de cada pessoa. Caminhadas, pilates e hidroginástica também são boas opções para manter o corpo em movimento.
Estratégias para aumentar consumo de proteínas:
- Carnes bem cozidas para facilitar a mastigação: Prefira carne moída ao bife, peito de frango desfiado a peito de frango grelhado ou coxa bem cozida desmanchando à frango assado.
- Inclua em preparações como quibe assado, sopas, caldos, omelete, outras fontes de proteína animal e vegetal.
- Faça uso de quinoa no meio do arroz, acrescente ora-pro-nobis em omeletes e caldos, faça granola salgada, com sementes de girassol, chia, gergelim e nozes.
Outras dicas para prevenir a sarcopenia:
- Faça exercícios físicos: mesmo pequenas doses de atividade física fazem diferença. Subir escadas, caminhar curtas distâncias ou praticar alongamentos ajudam a manter o tônus muscular e a circulação ativa.
- Dê atenção ao sono: durante o sono, o corpo produz hormônios anabólicos, como o GH (hormônio do crescimento), essenciais para a manutenção muscular. Dormir mal compromete a recuperação e acelera a perda de massa magra.
- Hidrate-se bem: a desidratação impacta a função muscular e pode aumentar a fadiga. Idosos tendem a sentir menos sede, então é importante criar o hábito de beber água regularmente.
- Cuide da vitamina D e da exposição solar: a vitamina D é fundamental para a saúde muscular e óssea. Tomar sol (com segurança) de 10 a 20 minutos ao dia, preferencialmente antes das 10h ou após as 16h, ajuda a manter níveis adequados.
- Mantenha o convívio social: o isolamento é um fator de risco silencioso. Participar de grupos de convivência, aulas coletivas ou clubes de leitura estimula o movimento e o bem-estar emocional, reduzindo o risco de sedentarismo e depressão.
sábado, 11 de outubro de 2025
Palestra no Rotary Club sobre pequenos e médios negócios
No próximo encontro semanal do Rotary Club de Barueri, vamos falar sobre como pequenas e médias empresas podem expandir seus negócios internacionalmente.
💡 Temas que serão abordados:👇
👉Identificação de mercados internacionais
👉Benefícios da exportação
👉Tendências globais
👉Caminhos para internacionalização
📅 15 de outubro | ⏰ 12h30
Participe e descubra como levar seu negócio além das fronteiras.
Inscreva-se e venha descobrir como levar sua empresa além das fronteiras!
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quinta-feira, 15 de maio de 2025
Carga de maconha interceptada pela PM no interior de SP ultrapassa 4 toneladas
sexta-feira, 9 de maio de 2025
MedSênior conclui investimentos de R$ 35 milhões e inaugura nova unidade em Vitória
A MedSênior acaba de concluir investimentos na ordem de R$ 35 milhões com a inauguração de uma unidade em Vitória. Localizada em um ponto estratégico, na esquina das avenidas Marechal Campos e Vitória, a nova estrutura é moderna e reforça o plano de expansão da operadora, que este ano comemora 15 anos de atuação exclusiva no atendimento a pessoas com 49 anos ou mais.
Instalada em um prédio histórico totalmente revitalizado e equipado com tecnologia de ponta, com mais de 7 mil metros quadrados de área construída, a unidade tem uma estrutura projetada para integrar diversos serviços em um só lugar, com foco no Bem Envelhecer. A proposta é oferecer atendimento eficiente e humanizado, centralizando especialidades, exames, procedimentos e cuidados preventivos.
Segundo Maely Coelho, presidente da MedSênior, “vai ser uma unidade modelo para o futuro da MedSênior, considerando integração de serviços e volume de atendimento”. Entre os serviços oferecidos no novo espaço estão consultas médicas, medicina de família, geriatria, especialistas, oncologia, oftalmologia com cirurgias e exames, atendimento de enfermagem e nutrição, oficinas de saúde, cirurgias gerais de pequeno e médio porte, quimioterapia e infusões.
A partir de sua inauguração, a unidade MedSênior da Marechal Campos poderá receber mais de 450 beneficiários diariamente, em seus 42 consultórios médicos distribuídos em cinco pavimentos. Além disso, há capacidade para mais de 12 mil atendimentos mensais, sendo que apenas em oftalmologia há capacidade para realização de 3.400 procedimentos por mês.
“O novo espaço vai operar como um hospital-dia, com duas salas de cirurgia, dez leitos dedicados à recuperação pós-cirúrgica e quatro quartos com acomodação completa. A unidade também centraliza uma série de serviços antes oferecidos em outros endereços da Grande Vitória. O investimento vai proporcionar mais comodidade aos nossos beneficiários que, em uma única unidade, vão encontrar vários serviços da MedSênior, tudo de forma integrada com foco em promover o Bem Envelhecer”, afirma Priscila Valentim, vice-presidente operacional da operadora.
Entre os serviços que passam a funcionar exclusivamente no novo espaço estão a unidade de oncologia e o Centro de Terapia da Dor, que ficavam na Praia do Canto. No novo endereço, os dois serviços dispõem de mais estrutura e capacidade de atendimento. Só a oncologia, por exemplo, serão cerca de 3.600 atendimentos por mês. Já no Centro de Terapia da Dor, a capacidade é para realização de mais de 5 mil atendimentos mensais.
Outra novidade é a primeira unidade do Núcleo de Autonomia e Independência (NAI), em Vitória. Como parte do programa Bem Envelhecer, o NAI conta com um ônibus que simula a vida real e serve como um treinamento funcional para o paciente. No Espírito Santo, a outra sala do NAI fica na Unidade da MedSênior na Jerônimo Monteiro.
Mais informações ; http://www.medsenior.com.br
quarta-feira, 23 de abril de 2025
A psicóloga Alessandra Santos fala sobre a Terapia com os Cavalos no meio ambiente
A psicóloga Alessandra Santos fala da importante contribuição dos animais e da natureza na mudança de comportamentos! Assista ao vídeo.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025
Os Impactos da Tarifas de Trump
Por Professor Bertoncello
A economia global encontra-se em um período de transformações significativas, impulsionadas por disputas comerciais, reações protecionistas e uma crescente fragmentação dos blocos econômicos. Com a ascensão do nacionalismo econômico e o enfraquecimento da cooperação multilateral, observa-se um reposicionamento das grandes potências na busca por maior autonomia produtiva e comercial. Esse fenômeno tem sido amplamente discutido na mídia e na academia, tornando-se essencial compreender os detalhes desse cenário para uma análise mais aprofundada.
A verdade é que os Estados Unidos, sob a liderança de Donald Trump, têm adotado uma postura agressiva nas negociações comerciais, utilizando tarifas como um instrumento para reafirmar sua posição hegemônica. A recente imposição de tarifas sobre produtos importados do México, Canadá e China exemplifica essa estratégia e suscita questionamentos acerca de seus impactos no comércio internacional, bem como das oportunidades que outros países, como o Brasil, estão deixando escapar. Infelizmente, o Brasil parece reiteradamente incapaz de aproveitar momentos estratégicos, consolidando um padrão de inércia diante de mudanças significativas no cenário global.
Donald Trump tem adotado uma abordagem transacional e bilateral nas relações comerciais, rompendo com a tradição multilateralista que caracterizou a política externa dos Estados Unidos em décadas anteriores. Sua decisão de impor tarifas de 25% sobre as importações do México e do Canadá, e de 10% sobre os produtos chineses, reflete uma estratégia calculada para forçar concessões comerciais e assegurar que os EUA mantenham sua posição de potência dominante nas negociações globais.
As reações iniciais a essa medida foram diversas. Setores da indústria americana que competem diretamente com as importações celebraram a decisão, uma vez que as tarifas elevam o custo dos produtos estrangeiros e incentivam a produção doméstica. No entanto, economistas alertaram que o impacto dessas tarifas seria repassado aos consumidores americanos, resultando em aumento de preços e pressões inflacionárias. Além disso, a medida intensificou tensões diplomáticas, levando parceiros comerciais a ameaçarem represálias, o que poderia desencadear uma escalada de disputas tarifárias.
A reação dos países afetados pelas tarifas foi rápida e contundente. Inicialmente, Canadá e México anunciaram tarifas retaliatórias sobre produtos americanos. Posteriormente, ambos os países negociaram um adiamento de 30 dias para evitar impactos imediatos e buscaram um diálogo com os Estados Unidos. Enquanto isso, a China adotou uma postura mais cautelosa, explorando alternativas para mitigar os efeitos da guerra comercial. Essas respostas evidenciam que a instabilidade e a incerteza no comércio internacional não eram meramente consequências das medidas adotadas, mas também instrumentos estratégicos utilizados no processo de negociação, funcionando como uma ferramenta de pressão ou mesmo uma cortina de fumaça para reforçar a posição dos EUA na arena global.
Afinal, é amplamente reconhecido que desestabilizar as cadeias globais de suprimentos, forçando empresas a buscarem alternativas à China e a seus vizinhos na América do Norte, demanda um alto nível de energia e envolve um grau significativo de imprevisibilidade. No entanto, essa reconfiguração do comércio internacional também abre uma janela de oportunidade para mercados emergentes que busquem se posicionar como fornecedores alternativos. Contudo, para que isso ocorra, é necessário um planejamento estratégico comercial proativo — algo que o Brasil, até o momento, tem demonstrado grande dificuldade em desenvolver e implementar de maneira eficaz.
A estratégia de Trump vai além da simples imposição de tarifas; seu objetivo central é consolidar os Estados Unidos como a potência dominante nas negociações globais. A adoção de medidas protecionistas visa enfraquecer rivais econômicos e assegurar que qualquer acordo comercial seja firmado sob condições favoráveis aos interesses americanos. Nesse contexto, o protecionismo não representa um fim em si mesmo, mas sim um instrumento estratégico para reforçar a posição dos EUA como a maior economia do mundo, exercendo influência direta sobre as dinâmicas do comércio internacional.
Enquanto isso, o Brasil permanece em uma posição passiva, desperdiçando uma oportunidade histórica de se beneficiar da reorganização do comércio global. Com a China sendo alvo de restrições, o país poderia ampliar sua participação no mercado americano, especialmente em setores como agronegócio e commodities, além de se inserir estrategicamente em elos industriais que o tornassem relevante para cadeias de suprimentos nos Estados Unidos. No entanto, a ausência de uma estratégia comercial bem definida, aliada à falta de alinhamento ideológico e diplomático com os EUA, tem impedido avanços significativos, limitando o potencial brasileiro de aproveitar esse momento de reconfiguração econômica global.
A inércia brasileira também reflete a ausência de um projeto nacional de reindustrialização e de inserção estratégica na economia global. Enquanto países como a Índia e o Vietnã adotam políticas ativas para se consolidarem como novos polos produtivos alternativos à China, o Brasil permanece excessivamente dependente da exportação de commodities, sem uma estratégia robusta para atrair investimentos e fomentar o desenvolvimento de setores de maior valor agregado. Essa falta de iniciativa compromete a competitividade do país e reduz suas chances de ocupar um papel mais relevante na nova configuração do comércio internacional.
A história demonstra que os momentos de transição global representam oportunidades para aqueles que sabem agir com rapidez e se adaptar às novas dinâmicas econômicas. O Brasil ainda tem a chance de redefinir sua abordagem e posicionar-se estrategicamente no cenário internacional. No entanto, caso permaneça em uma postura passiva e continue ideologicamente atrelado ao Oriente, o Governo Lula e por consequência o Brasil, corre o risco de se tornar ainda mais irrelevante na economia mundial. A falta de uma política assertiva pode condenar o país a uma posição subalterna, limitando-se à exportação de produtos com baixo ou nenhum valor agregado, enquanto outras nações emergentes consolidam sua presença em cadeias produtivas de maior sofisticação.
@phdbertoncello
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025
Amigão da Estrada: Capacitação de Motoristas com Credibilidade e Suporte Especializado em Todo o Brasil
Por Gabriel Teotônio, CEO do Amigão da Estrada
Desde 2019, o Amigão da Estrada tem sido referência na capacitação de motoristas profissionais em todo o Brasil. Nossos cursos são homologados pelo Senatran, garantindo total validade em todo o território nacional e reconhecimento pelos Detrans de todo o Brasil. Além disso, já formamos mais de 120 mil condutores e contamos com mais de 350 empresas parceiras, ajudando a qualificar profissionais para um mercado cada vez mais exigente. Com uma plataforma de ensino 100% online, oferecemos cursos especializados que garantem a formação e qualificação de condutores para diversas modalidades de transporte, como Movimentação de Produtos Perigosos (MOPP), Transporte Coletivo de Passageiros, Transporte Escolar, Transporte Emergencial e Cargas Indivisíveis.
Compromisso com a Qualidade e o Suporte ao Aluno - Nosso diferencial está na credibilidade conquistada ao longo dos anos e no suporte de excelência oferecido aos nossos alunos. Para confirmar, você pode pesquisar Amigão da Estrada no Google e ver nossas avaliações! Temos uma nota de 5 estrelas e mais de 1500 avaliações positivas, comprovando a satisfação e confiança dos nossos alunos. Nossa equipe está sempre disponível para auxiliar durante todo o processo de aprendizagem, garantindo que cada motorista adquira o conhecimento necessário para atuar com segurança e responsabilidade.
Facilidade no Acesso e Aprendizado Online - Sabemos que a rotina dos motoristas é corrida, por isso criamos um sistema prático e eficiente: nossos cursos podem ser acessados de qualquer lugar, a qualquer hora, pelo celular, tablet ou computador. Isso significa que o aluno pode estudar no ritmo dele, sem precisar sair de casa ou interromper sua rotina de trabalho. Nossa plataforma conta com slides intuitivos, áudios sincronizados e também simulados práticos para fixar o conteúdo, garantindo uma experiência de aprendizado dinâmica e eficaz.
A Importância da Capacitação no Transporte - Estar capacitado não é apenas um diferencial no mercado, é uma necessidade. O setor de transportes exige profissionais bem preparados para lidar com situações adversas, seguir as normativas vigentes e garantir a segurança de todos nas estradas. O Amigão da Estrada tem a missão de contribuir com a formação desses motoristas, garantindo que estejam sempre atualizados e prontos para os desafios da profissão.
Atendemos Todo o Brasil - Independentemente de onde o motorista esteja, ele pode contar com o Amigão da Estrada para sua capacitação. Atendemos o Brasil inteiro, levando conhecimento e qualificação para os profissionais do transporte, sem burocracia e com a garantia de um ensino de qualidade.
Se você é motorista profissional e quer se destacar no mercado, conte com o Amigão da Estrada. Nosso compromisso é com a sua formação e o seu futuro na estrada! Após a conclusão do curso, o motorista pode baixar o certificado diretamente da plataforma e imprimi-lo, sem complicações. Além disso, a certificação é inserida no prontuário de todos os Detrans do Brasil e também na CNH digital, oferecendo ainda mais praticidade e reconhecimento oficial para o profissional.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2025
Esquecimento e Desprezo na vida dos Deficientes da Coreia do Norte
sexta-feira, 17 de janeiro de 2025
Consórcio ABC debate ações de esportes com secretário de Diadema
Durante o encontro, o diretor João Ricardo Guimarães Caetano, e a coordenadora Juliana Cavasini da Silva falaram sobre iniciativas articuladas e desenvolvidas na área pelo consórcio. (Divulgação/Consórcio ABC)
O Consórcio Intermunicipal Grande ABC recebeu nesta quinta-feira, 16 de janeiro, o secretário municipal de Esportes e Lazer de Diadema, Jefferson Nogoseki de Oliveira, para debater demandas e desafios para o setor em âmbito regional.
Também representando o município, participou da reunião José Eduardo Assumpção, professor de educação física na rede municipal e ex-coordenador do Grupo de Trabalho (GT) Esporte do Consórcio ABC.
Durante o encontro, o diretor de Programas e Projetos da entidade regional, João Ricardo Guimarães Caetano, e a coordenadora Juliana Cavasini da Silva falaram sobre iniciativas articuladas e desenvolvidas na área pelo Consórcio ABC.
Oliveira, que atuou como chefe de gabinete da Secretaria Estadual de Esportes e coordenador administrativo da Secretária Municipal de Esportes, Recreação e Lazer da Capital, apontou a importância do desenvolvimento de ações em conjunto entre diferentes secretarias e municípios.
O diretor de Programas e Projetos do Consórcio ABC informou que o planejamento para as próximas ações regionais será definido após a próxima eleição da presidência da entidade, agendada para 28 de janeiro, e as diretrizes definidas pelos prefeitos.
“Esse é um momento muito promissor para o Consórcio. Principalmente em função do ânimo dos prefeitos para planejar os próximos passos da entidade, definindo as políticas públicas que serão desenvolvidas ao longo deste e dos próximos anos”, afirmou João Ricardo.
'Não combinaram com os russos' e 2024 naufragou. Agora, 2025…
Escrito por PhD Bertoncello
A expressão “combinar com os russos”, segundo a lenda do futebol, surgiu em 1958, quando o técnico da seleção brasileira, Vicente Feola, explicava aos jogadores o esquema tático para vencer a temida União Soviética. Após ouvir toda a estratégia, Garrincha perguntou:
– O senhor já combinou com os russos?
Essa analogia se aplica perfeitamente ao Governo Lula: “O senhor já combinou com o mercado?”
Aparentemente não vamos ver as expectativas frustradas
Analisemos o mercado em 2024. O ano começou com o dólar a R$ 4,89 e os maiores bancos brasileiros prevendo que terminaria 2024 a R$ 4,70. A taxa básica de juros, a Selic, iniciou o ano em 10,50% ao ano e deveria terminar em apenas um dígito – algo como 9,50% ou menos. A inflação projetada era de 2,95%. Afinal, 2023 foi um bom ano macroeconômico, e as expectativas indicavam que 2024 seria ainda melhor. Essas projeções vinham do Boletim Focus, mas a realidade foi outra: o boletim errou completamente!
• O dólar, em 26 de dezembro, fechou em R$ 6,17 – uma alta de mais de 26%.
• A taxa Selic terminou o ano em 12,25%, 275 pontos-base acima do esperado, e ainda pode subir, aproximando-se de 14% ao ano. Isso praticamente inviabiliza o consumo de bens de valor agregado, como carros, máquinas e imóveis.
• A inflação deve encerrar 2024 em 4,90%, ou seja, 66% acima do previsto e além do limite de 4,50%.
É importante lembrar que, enquanto o governo detém o monopólio da emissão de moeda, mas a produção de riqueza, o consumo e as trocas voluntárias são realizados pela iniciativa privada. O mercado é quem gera riqueza, não o governo. Além disso, investimentos e consumo são, em sua maioria, de médio prazo.
Por exemplo, um comerciante que abre uma loja espera retorno em cerca de três anos – o mesmo prazo médio de financiamento de um carro no Brasil. Assim, os efeitos positivos de quem acreditava no Brasil em 2021 e 2022 ainda trouxeram algum impulso para 2023 e 2024. Mas, e agora? O que esperar de 2025?
O Governo Lula acredita que os investimentos públicos podem substituir os da iniciativa privada. Isso funcionária se o governo tivesse recursos em caixa. Mas será que tem?
A resposta é não. O governo deve encerrar 2024 com números alarmantes:
• Déficit primário recorde (mesmo com arrecadação tributária recorde). O déficit primário contabiliza receitas e despesas sem incluir os juros da dívida.
• Déficit nominal acima de R$ 1 trilhão em setembro, levando a dívida bruta do governo geral (DBGG) a 78,3% do PIB, ou R$ 8,9 trilhões. Em termos práticos, cada um dos 210 milhões de brasileiros “deve” R$ 42,38 bilhões.
Economistas alertam que, em países emergentes, uma dívida superior a 80% do PIB pode levar a graves crises econômicas. É hora de refletir: essa gastança está alta demais?
Velhas práticas, novos desafios
Para 2025, espera-se que setores ligados ao governo continuem com ganhos temporários, enquanto aqueles dependentes de investimentos privados devem enfrentar dificuldades. O dólar e a inflação devem permanecer altos, exigindo adaptações no mercado de trabalho e nos negócios.
A recomendação para o próximo ano é clara: analise a posição do seu emprego ou empresa no mercado e ajuste-se a este cenário. Estamos cada vez mais próximos de uma pré-crise semelhante ao Governo Dilma 2, que trouxe enormes prejuízos aos despreparados, mas oportunidades para os bem-informados.
No fim, o governo “não combinou com o mercado”, e cabe aos investidores e empreendedores pisarem no freio. Assim, navegaremos por um cenário de desafios, mas também de oportunidades.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2025
Musical "Meninas Malvadas" anuncia Danielle Winits no elenco











